
Todo mundo tem seu monstro debaixo da cama. Quando você começou a se entender por gente, ele com certeza apareceu para você. Estava encolhido em algum canto empoeirado próximo a parede. Era pequeno, mas assustava. Ao vê-lo, você saia correndo pra cama segura e confortável dos seus pais, e lá recebia o sono tranqüilo dos inocentes.
Um pouco mais tarde, depois da primeira decepção no colégio, você viu esse monstro de novo e ele estava maior. Assim como suas primeiras lições de vida.
Seu monstro nunca te deixou. Toda vez que você se deitou para dormir e começou a refletir sobre seu dia, ele estava lá, te esperando. É disso que o monstro debaixo da sua cama se alimenta: pensamentos. Desapontamentos. Tristezas. Incertezas. Indecisões.
E o grande erro dessa historinha idiota, não foi você alimentar seu monstro.
O pior de tudo, é que agora, você nem o percebe.
Um pouco mais tarde, depois da primeira decepção no colégio, você viu esse monstro de novo e ele estava maior. Assim como suas primeiras lições de vida.
Seu monstro nunca te deixou. Toda vez que você se deitou para dormir e começou a refletir sobre seu dia, ele estava lá, te esperando. É disso que o monstro debaixo da sua cama se alimenta: pensamentos. Desapontamentos. Tristezas. Incertezas. Indecisões.
E o grande erro dessa historinha idiota, não foi você alimentar seu monstro.
O pior de tudo, é que agora, você nem o percebe.


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