<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444</id><updated>2012-02-15T23:28:30.336-08:00</updated><title type='text'>sincronicidades</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>29</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-1992289998285090086</id><published>2012-01-15T00:53:00.000-08:00</published><updated>2012-01-15T01:00:49.904-08:00</updated><title type='text'>e eu que luto contra os meus defeitos não havia mais jeito de consertar...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://mensagens.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/errar-e-humano/errar-e-humano-6.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 374px; height: 253px;" src="http://mensagens.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/errar-e-humano/errar-e-humano-6.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eu erro. Tu erras. Nós erramos.&lt;br /&gt;E por termos aprendido desde cedo os não e sim da vida, não existe nenhuma pesquisa dizendo quantos erros cometemos por dia, ou qual o raio quilométrico de pessoas que são atingidas por isso.&lt;br /&gt;Não. Errar não é aceitável, muito menos nas estatísticas.&lt;br /&gt;E sobre este terreno você constrói toda sua pequena ditadura do esquecimento baseado no fato de que ninguém pode errar com você. E é cada vez mais fácil tirar aquela pedrinha oportuna do bolso, pra jogar em quem estiver pela frente, magoando seus sentimentos e te fazendo chorar. Com suas lágrimas ninguém pode brincar.&lt;br /&gt;Isso é muito bonito e romântico até o dia em que você erra. E perde muito por isso. É quando você vê desmanchando até a última pedrinha do seu castelinho imaginário de bondade e justiça.&lt;br /&gt;Encara sua face no espelho e se reconhece "um grandessíssimo idiota, humano, ridículo, limitado, que só usa 10% de sua cabeça animal". E sente vontade de abraçar todos seus supostos inimigos, agora que você perdeu sua inocência e virou lobo. Você quer dizer a eles que agora entende. Entende porque saiu do seu confortável papel de vítima de um crime qualquer.&lt;br /&gt;O travesseiro não é mais suficiente para uma cabeça cheia de culpa.&lt;br /&gt;Tudo faz mais sentido no reino de quem tem culpa, porque lá não existe uma linha imaginária que divide bons e maus. Existem pessoas, muitas pessoas. Provavelmente quase todas que você já conheceu. E elas não são piores ou melhores que você. Você só faz parte delas. Lá não existe um código penal. Você só estende, todos os dias, a outra face.&lt;br /&gt;Não existe como desfazer um erro, você só aprende a carregá-lo. E a tentar ser melhor do que era antes. Eu precisei errar, e perder, para aprender a perdoar. E isso não traz orgulho, parabenizações, lição de moral ou medalhas de honra ao mérito. É só questão de compreender, e tentar dormir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-1992289998285090086?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/1992289998285090086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=1992289998285090086' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/1992289998285090086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/1992289998285090086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2012/01/e-eu-que-luto-contra-os-meus-defeitos.html' title='e eu que luto contra os meus defeitos não havia mais jeito de consertar...'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-7065813756927823759</id><published>2011-11-27T19:45:00.000-08:00</published><updated>2011-11-27T20:06:42.464-08:00</updated><title type='text'>pesa mais que um hemisfério...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yQnWlWGRuoY/TtMIoXZZVqI/AAAAAAAAAO0/hynXAJYtXVQ/s1600/Atlas%2B%25281%2529.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 265px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-yQnWlWGRuoY/TtMIoXZZVqI/AAAAAAAAAO0/hynXAJYtXVQ/s320/Atlas%2B%25281%2529.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679893044612650658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vai parecer papo de miss. Ou que eu caí inexoravelmente nos clichês mornos de domingo. O fato é que me tenho feito irresponsável, cativa dos silêncios que não pretendem cativar ninguém. Daí vem a época de chuvas, e lá estou eu de novo, presa em mim mesma, ou na ligeira esperança de te trazer pra perto. Eu caça, você caçador.&lt;div&gt;E nessa perseguição por coisa alguma, a casa fica empoeirada, os papéis a mercê do vento, as roupas por lavar. Estou ocupada demais. Ocupada demais com a guerra aqui dentro. Não tenho dormido, pois tenho medo de sonhar, e tudo que sonho não cresce neste território infecundo. Tudo que sonho permanece como fantasma das coisas que nunca irei tocar. Por fora não. Por fora sou forte, sou cacto. E me rego com minhas próprias lágrimas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Talvez eu tenha esquecido de te ensinar a me lembrar. Eu não sou boa nisso não. Sou melhor em fazer esquecer.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-7065813756927823759?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/7065813756927823759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=7065813756927823759' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/7065813756927823759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/7065813756927823759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2011/11/pesa-mais-que-um-hemisferio.html' title='pesa mais que um hemisfério...'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-yQnWlWGRuoY/TtMIoXZZVqI/AAAAAAAAAO0/hynXAJYtXVQ/s72-c/Atlas%2B%25281%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-2830931226313470073</id><published>2011-05-11T19:32:00.000-07:00</published><updated>2011-05-13T13:22:02.634-07:00</updated><title type='text'>só sei dançar com você</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-2zW-ijhlipg/TctPlvp0FsI/AAAAAAAAAOo/nD3iJvs1ejQ/s1600/eurodando%2Bmodified.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 210px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-2zW-ijhlipg/TctPlvp0FsI/AAAAAAAAAOo/nD3iJvs1ejQ/s320/eurodando%2Bmodified.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605661671058314946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu entro em casa, jogo a bolsa no sofá e ligo o som. Deixo a música invadindo meu espaço, até o ponto em que eu me estico toda, até alcançar meu âmago, até destrinchar meu humor. Gosto das coisas assim: fluindo.  Se elas irão me engolir, ou me deixar dançando pela cozinha, os braços jogados pro ar, nunca sei. Se elas chegam mansinho e me derrubam, ou se já chegam batendo porta, janela, jogando as roupas no chão, paciência. Não tremo mais.&lt;br /&gt;Pela primeira vez eu consigo contemplar o vazio e não me assusto. Estou plena. Olho pela varanda: faz tempos que não chove. Sorrio para mim mesma, como quem diz que sabe exatamente o que se quer dizer. Acho que é o que chamam de sintonia. Enquanto deslizo pelo chão da cozinha, me sinto verdadeiramente livre. Não existe ninguém avaliando meus passos. Nem quem pergunte "por que diabos ela dança?". Eu danço, porque existo. E quero continuar percorrendo a sintonia com meus pés.&lt;br /&gt;Sempre dancei melhor só. Quando criança, adorava colocar um vestido e vê-lo rodar. Observar tudo passando por mim, se movimentando, se aproximando, me englobando, me cativando, me invadindo, até eu perder o controle do próprio corpo e cair. Pouca coisa mudou desde então.&lt;br /&gt;Pra ser sincera, nunca aprendi a dançar em par. Mas sinto que aprender a dançar sozinha é o primeiro passo para se deixar conduzir por outrem. Só de uma coisa tenho medo: que a música acabe antes desse momento chegar. Até lá, continuo girando. Enquanto o mundo girar comigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-2830931226313470073?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/2830931226313470073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=2830931226313470073' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/2830931226313470073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/2830931226313470073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2011/05/so-sei-dancar-com-voce.html' title='só sei dançar com você'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-2zW-ijhlipg/TctPlvp0FsI/AAAAAAAAAOo/nD3iJvs1ejQ/s72-c/eurodando%2Bmodified.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-8296041435430023600</id><published>2011-04-27T22:45:00.000-07:00</published><updated>2011-04-27T22:50:04.059-07:00</updated><title type='text'>but my heart is war torn, war torn</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://farm4.static.flickr.com/3519/4042974324_eb52d23746.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 500px; height: 342px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3519/4042974324_eb52d23746.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"Se tu me amas como eu te amo, Pedro, lute por mim".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 11 anos tive contato com essa frase, de uma chamada semanal da mini-série Os Maias.&lt;br /&gt;Não sei bem o porquê dela me ter cativado tanto, mas sempre me vem a cabeça em horas de reflexão ou distração.&lt;br /&gt;Mentira.&lt;br /&gt;A verdade é que sei, mas tenho vergonha de admitir: é inveja.&lt;br /&gt;Tenho inveja dessa frase. Tenho inveja de quem pode pronuncia-la, tenho inveja de quem pensou em escrevê-la.&lt;br /&gt;Não gosto dela por seu sentido vulgar, a expectativa forçosa, o quê de mulherzice. Gosto da ideia da luta.&lt;br /&gt;A luta, pois, não é uma decisão por conveniência e sua irmã odiosa, convenção. Não tem deveres quanto a coerência, nem respeito ao moralismo. A luta é insensata, impensada, explosiva. É o que traz aos poros o inato. A luta é pura. Puramente humana e ao mesmo tempo, completamente irracional. Assim como eu creio ser o amor.&lt;br /&gt;Por isso, quando lembro dessa frase, tenho inveja. Porque sei que por mais que eu tente, caminhe, vasculhe em todas as gavetas, não conseguiria encontrar essa tal bravura. Nem mesmo lutas literais se fazem como antigamente. O que hoje se chama de guerra, nada mais é que uma valsa coreografada, arranjada, milimetricamente compassada para atingir um fim, devidamente calculado por alguma equação impoética.&lt;br /&gt;Talvez para se conseguir uma luta autêntica, deve-se querer muito. Querer insanamente algo. E daí vejo o quanto estou distante disso. Eu nunca quis muito algo. Meus desejos são usualmente satisfeitos com R$ 4,50 e alguns minutos de silêncio. As vezes eu até tento querer. Mas daí vem alguma coisa em mim que grita que querer não é poder, e eu sempre acho que nunca posso nada. Nunca sinto que tenho direito a poder. O que me leva a aceitar tudo que o vento carrega pela frente e bate na minha cara.&lt;br /&gt;"Lute por mim." O personagem em questão, Pedro, não foi capaz de aceitar o desafio. Como parece que muitos não são. Ele não foi o primeiro. Nessas horas a balança pende para os retornos, os benefícios a longo e curto prazo, os investimentos demandados. O amor descobriu a bolsa de valores. O amor descobriu o pay off. O amor, antes uma luta apaixonada, hoje não passa de uma Guerra Fria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-8296041435430023600?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/8296041435430023600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=8296041435430023600' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/8296041435430023600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/8296041435430023600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2011/04/but-my-heart-is-war-torn-war-torn.html' title='but my heart is war torn, war torn'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm4.static.flickr.com/3519/4042974324_eb52d23746_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-4692872767939920332</id><published>2011-02-18T20:03:00.000-08:00</published><updated>2011-02-18T22:31:32.163-08:00</updated><title type='text'>vai ver se eu tô lá na esquina, devo estar.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-U4BlRnrPz-o/TV9jdBxqmGI/AAAAAAAAAN8/2qXExvff7a8/s1600/Esquina_antes_do_mercado.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-U4BlRnrPz-o/TV9jdBxqmGI/AAAAAAAAAN8/2qXExvff7a8/s320/Esquina_antes_do_mercado.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575284214052067426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Procura-se. Desço as esquinas seguindo a melodia, as vozes, um pressentimento. Me perco. Dobro as esquinas, contorno a praça, vejo alguém acender o cigarro. É você? Chego mais perto, toco seu ombro. Não é. Sigo caminhando, observando cada beco. Vejo pernas que se afastam, mãos que me largam, olhos de muitas cores e outros de nenhuma, vozes de todos os tons, corpos de todas as formas. Sinto o cheiro, o gosto, a raiva e o prazer. Estendo a mão, me entrego, meu coração bate mais forte. &lt;div&gt;E não é você. Todo ano, o mesmo. A banda passa. Mas é Carnaval. Que seja.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nasci com essa busca infindável, me veio como sonho. Foi me destinada como missão ou fardo, através de um rebuliço nas entranhas, uma vontade de correr na chuva. Correr, correr até sangrar. E então estender as mãos e tocar uma face, e saber, e sentir, e sorrir, e chorar e ouvir o sangue correndo, o barulho dos últimos segundos antes de atravessar a faixa de chegada, um alívio, cansaço, o sangue, ensurdecedor. A face que toquei. Eu não consigo vê-la. Estou entorpecida de adrenalina e vitória, eu cheguei, acabou, o sangue bombeando, tum tum tum, gritos. A face! Esqueço de olhar. Droga.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Desço a rua e sento na calçada de frente para o mar. Mais um Carnaval. Deixo a imensidão me invadir. Toda vez que olho o mar, parece que você está aqui. Quero chorar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será que você também olha o mar e sente? Será que também senta com o olhar dos perdidos, e se pergunta que tipo de jogo é esse que não se pede pra entrar, que não se sabe como jogar, mas que você daria tudo para vencer? Será que tens me procurado em todos os livros e bebidas baratas, em seus vícios e nas páginas de jornal, em cartas que não são minhas, em corpos que não são meus, nessa luta idiota para sentir o toque das minhas mãos na sua face? Ou me deixou logo de lado com seus outros devaneios, se rendendo ao que é fato pelo fato, é carne e sangra, a vida como ela é? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Minha esperança é que você possa um dia ler isso e compreender que essa sensação, esse peso que lhe revira o estômago, essa inquietude antes de dormir, essa vontade de algo, é você procurando por mim. Assim, saberei que te encontrei e ficarei em paz com a minha missão. Eu sempre soube, eu sempre estive, e nunca neguei.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estendo minhas mãos para o mar, tento te tocar. Mas sigo no escuro, como um cego tateando os ecos do nada.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-4692872767939920332?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/4692872767939920332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=4692872767939920332' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/4692872767939920332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/4692872767939920332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2011/02/vai-ver-se-eu-to-la-na-esquina-devo.html' title='vai ver se eu tô lá na esquina, devo estar.'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-U4BlRnrPz-o/TV9jdBxqmGI/AAAAAAAAAN8/2qXExvff7a8/s72-c/Esquina_antes_do_mercado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-1364400110586506838</id><published>2011-01-07T21:16:00.000-08:00</published><updated>2011-05-31T18:19:16.051-07:00</updated><title type='text'>a emoção acabou, que coincidência é o amor, a nossa música nunca mais tocou...</title><content type='html'>&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 391px; DISPLAY: block; HEIGHT: 293px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5559686486609406530" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TSf5ZzDkqkI/AAAAAAAAANI/X8SQBqjLqgY/s200/foto.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em minhas viagens quando pequena, abatia o tédio com uma brincadeira chamada "máquina fotográfica". Nela, eu procurava alguma imagem pelo caminho, seja uma árvore, uma nuvem ou um passarinho, focava minha visão já meio míope nela, e depois fechava os olhos, procurando lembrar de cada detalhe, em vivas cores, do que eu havia "fotografado". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu cresci e me esqueci de desbrincar, e aí as imagens, ou fotografias do que vivi, ainda são coletadas com todas as suas minuciosidades e histórias. É como se cada detalhe, por mais que tenha ficado pelo meio da estrada, ficasse registrado profundamente em um álbum de memórias. Memórias da minha vida. E talvez por isso, por lembrar demais do que se vive, eu passe a dar mais valor aquelas pequenezas. Como se eu desse mais importância aos momentos que eu vivi do que meus coadjuvantes. Pois fica registrado em mim aquilo que se facilmente perde no vento, um leve sorriso, um jeito de tamborilar na mesa, um jeito de mexer a cabeça quando contrariado. Os segundos antes de um beijo, o princípio de um choro, um olhar de adeus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E talvez eu seja mesmo uma grandessíssima tola, por encarar minha vida como um conto, por não compreender que se possa sentir e des-sentir, querer e des-querer, amar e desamar. Nunca compreendi a fugacidade das pessoas. Nunca compreendi as pessoas, na verdade. E toda vez é o mesmo do mesmo. Como se eu simplesmente não pudesse apagar o que eu já tivesse escrito. Como se não houvesse outro jeito de me livrar das fotografias senão jogando-as para o fundo impiedoso de uma lixeira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E talvez seja por isso também que eu tenha que agir como esse furacão que sou, rasgando as fotografias que registrei, apagando todos os vestígios do que um dia pareceu existir e foi em vão. Como se eu não pudesse deixar meu livro com aquelas páginas sem sentido, como se precisasse destrui-las, maldizê-las. E mentir baixinho, para mim mesma, todo dia, até se tornar uma verdade: nunca aconteceu. Nunca aconteceu. Nunca aconteceu.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-1364400110586506838?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/1364400110586506838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=1364400110586506838' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/1364400110586506838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/1364400110586506838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2011/01/emocao-acabou-que-coincidencia-e-o-amor.html' title='a emoção acabou, que coincidência é o amor, a nossa música nunca mais tocou...'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TSf5ZzDkqkI/AAAAAAAAANI/X8SQBqjLqgY/s72-c/foto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-476850665748889308</id><published>2010-07-20T19:39:00.000-07:00</published><updated>2011-01-07T21:50:50.929-08:00</updated><title type='text'>se você ligar o rádio, todas as canções irão dizer: goodbye my love so long...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7kcmux331II/S4rtm7PToBI/AAAAAAAAARM/5DP0d50s7h4/s400/ArlequimPierrotColombina_1.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 296px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7kcmux331II/S4rtm7PToBI/AAAAAAAAARM/5DP0d50s7h4/s400/ArlequimPierrotColombina_1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Saudade é doença sorrateira. E mata a gente, morena.&lt;br /&gt;Se saudade tivesse antônimo, felicidade era pipoca em bilheteria de cinema. E arco-íris teria 32 bits.&lt;br /&gt;Todos os escritores já cantaram como é lindo recordar. Descreveram barrocamente as maravilhas de tirar a poeira dos livros e de sentir cheiro de infância. Mas ninguém lembra o alívio morno que é esquecer.&lt;br /&gt;Receita para esquecer é tônico capilar: parece simples, mas não funciona. E aí a gente se meleca todo achando que vai dar certo, mas acaba se descabelando tentando.&lt;br /&gt;Pois não há mandinga, ar fresco ou pinga que ajude a não lembrar. Muito menos Santo Esquecimento das Dores. E a penitência é das bravas: quanto mais se resolve esquecer, mais a lembrança te persegue, estampando a cara em painéis de neon.&lt;br /&gt;Lembrança é tudo que não existe mais e não sabe disso. Daí fica se movimentando igual membro amputado, dado tapas e afagos na gente. E ainda te deixa amarrado no pé da cama, implorando para ela voltar e te libertar. Lembrar é pura ilusão de ótica: você só enxerga a parte feliz.&lt;br /&gt;Se esquecer fosse brincadeira, perdoar era unidunitê. Como não é, a gente fica feito bobo, correndo pra lá e pra cá, tentando catar lembrança no ar e segurar. E eta bicho arredio!&lt;br /&gt;Pois se eu pudesse esquecer, todos os meus textos seriam coloridos. As palavras ririam soltas no papel. Obviamente, não choveria tanto em mim. Ou choveria: confete e serpentina. E todo dia seria carnaval. Porque carnaval, seja ele como for, passa na avenida e arrasta tudo com ele. Sua recordação parece tão distorcida da realidade que reside num universo paralelo, longe demais para machucar.&lt;br /&gt;Se eu pudesse esquecer, celebraria meus finais com champanhe. E todo o meu adeus viraria samba-enredo pro meu coração desfilar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-476850665748889308?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/476850665748889308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=476850665748889308' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/476850665748889308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/476850665748889308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2010/07/se-voce-ligar-o-radio-todas-as-cancoes.html' title='se você ligar o rádio, todas as canções irão dizer: goodbye my love so long...'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7kcmux331II/S4rtm7PToBI/AAAAAAAAARM/5DP0d50s7h4/s72-c/ArlequimPierrotColombina_1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-2605913003080096188</id><published>2010-07-20T19:26:00.000-07:00</published><updated>2011-01-07T21:57:20.968-08:00</updated><title type='text'>why can't we give love that one more chance?</title><content type='html'>&lt;a href="http://dialmformovies.files.wordpress.com/2009/12/le-ballon-rouge1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 373px; DISPLAY: block; HEIGHT: 255px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://dialmformovies.files.wordpress.com/2009/12/le-ballon-rouge1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A fruta demasiado madura possui momentos de plenitude, antes de se espatifar cruelmente por um chão impassível. Da mesma forma, decepções foram um dia promessas de felicidade eterna e invernos mais amenos.&lt;br /&gt;Newton observou o momento de vertigem da fruta para elaborar uma lei física: a gravidade atrai todos os corpos para o centro da Terra. O que Newton se esqueceu de dizer é que não só nossos corpos devem ser mantidos firmes ao chão. Algo também impele nossos sentimentos a não flutuarem por galáxias longínquas.&lt;br /&gt;É como se a todo momento segurássemos firmemente um bonito balão vermelho, desses que ganhamos em parques de diversões, para não escapar. E nos agarrássemos contentes aquela cordinha frágil, pois se o balão voasse não o teríamos de volta, e isso nos faria chorar.&lt;br /&gt;Uma hora porém, a mão escorrega, a gente tropeça, alguém nos empurra, e lá se vai o balão vermelho sem a mínima piedade.&lt;br /&gt;Perder nosso primeiro balão vermelho não é fácil. Você não entende o porquê dele ter escapado daquela forma, sem nem sentir falta da segurança e dedicação que você oferecia.&lt;br /&gt;Depois de perder vários balões vermelhos, você já passa a segurar vacilante a cordinha. Ou passa a amarrá-lo de todas as formas possíveis. O balão quando preso, é só a ilusão de um troféu merecido. Com o tempo ele fica triste, pra baixo. Vai murchando, declinando, arrastando pelo chão. Nem de longe parece aquele balão bonito e vermelho que você tanto gostava.&lt;br /&gt;O que fazer então? A dor da perda é ruim e sofrida, mas também não é agradável viver respirando poeira de baú.&lt;br /&gt;Talvez seja melhor você soltar o balão quando for hora. É mais bonito vê-lo balão, rindo de lá de cima das nuvens. E esperar um balão novo, talvez azul, que te leve as alturas por mais alguns segundos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-2605913003080096188?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/2605913003080096188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=2605913003080096188' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/2605913003080096188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/2605913003080096188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2010/07/why-cant-we-give-love-that-one-more.html' title='why can&apos;t we give love that one more chance?'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-7619647209689680257</id><published>2010-07-20T19:08:00.000-07:00</published><updated>2011-01-07T21:57:57.165-08:00</updated><title type='text'>na sala ao lado</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.nucleodenoticias.com.br/wp-content/uploads/2008/08/relogio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 327px; DISPLAY: block; HEIGHT: 335px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.nucleodenoticias.com.br/wp-content/uploads/2008/08/relogio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ao ato de esperar já nos fazemos condenados desde o primeiro choro: uma mãe espera ansiosos meses para conhecer seu buliçoso inquilino, a quem estará conectada para o resto da vida.&lt;br /&gt;Há quem passe a vida toda a esperar algo. Ou alguém. Há quem espere felicidade, e aqueles que só esperam o dia passar. Há quem espere para entrar. Há quem espere para não morrer. Esperar está sempre ligado a uma outra ação, ou uma manada furiosa delas. Seja como for, o ato de esperar é sempre envolto em confuso mistério.&lt;br /&gt;Esperar é o inimigo confuso que te surpreende no escuro. Você pode passar o dia inteiro próximo a janela, em total alerta, que provavelmente o que você espera chegará pela porta dos fundos. E mesmo com esse susto, você se dará por felizardo: nem sempre o que se espera aparece.&lt;br /&gt;Cada um ameniza a espera como pode. São nossas revistas de consultório de dentista. Minha maneira favorita é amaldiçoar os ponteiros do relógio. O passar preguiçoso deles me faz pensar que existem pessoas que esperam horas e recebem minutos. Eu sempre recebi milênios.&lt;br /&gt;Culpa talvez da minha mania de querer que o trem ande depressa, de querer que o mundo gire mais rápido, de querer que as coisas rompam a inércia. De querer tanto o agora.&lt;br /&gt;Penso que deve ter sido daí que surgiu a palavra desespero. Quem desespera, não espera mais nada: vive sem destino, a mercê do medo. Medo de que nunca venha. Medo de estar conectado ao que se espera, inexoravelmente, para o resto da vida.&lt;br /&gt;Toda espera inclui em essência nosso desejo medroso de ser feliz.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-7619647209689680257?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/7619647209689680257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=7619647209689680257' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/7619647209689680257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/7619647209689680257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2010/07/na-sala-ao-lado.html' title='na sala ao lado'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-3777563589422620519</id><published>2010-04-05T08:16:00.000-07:00</published><updated>2010-04-05T12:54:49.176-07:00</updated><title type='text'>relógio em vez de retrato na cabeceira</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://sevenarts.com.br/ciadejesus/wp-content/uploads/2009/06/sertao.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 398px; height: 319px;" src="http://sevenarts.com.br/ciadejesus/wp-content/uploads/2009/06/sertao.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ele chegou já não havia nem mato nem vida nem alegria.&lt;br /&gt;Era tudo tão árido e pouco que mesmo o peito inundado sofria um lamento rouco,&lt;br /&gt;no dia em que ele chegou.&lt;br /&gt;E ela, já decidida, dizia que ia mudar&lt;br /&gt;colocou o coração na mala, quase pensou em tirar&lt;br /&gt;agora, que ele chegou.&lt;br /&gt;Ouviu o anúncio dos céus e a luz do relampejar&lt;br /&gt;Abriu a janela contente, sorriu, começou a cantar:&lt;br /&gt;é hoje meu Deus, eu já sinto, que minha sorte há de mudar!&lt;br /&gt;As nuvens em resposta tremeram, as árvores a festejar&lt;br /&gt;Ninguém que era vivo dormia, na garganta um louco pulsar&lt;br /&gt;E a esperança gritava desvairada, acompanhando o compassar&lt;br /&gt;dizia que ele chegou.&lt;br /&gt;Correu criança, tia, sobrinha. Correu tudo que perna tinha&lt;br /&gt;os braços jogados pro ar,&lt;br /&gt;os dedos desejando as gotas, que porventura viessem repousar.&lt;br /&gt;Ela olhou e nada viu. Não era ele quem estava lá. E a chuva que ameaçou não caiu,&lt;br /&gt;só um leve orvalhar.&lt;br /&gt;O sol levantou irritado, tomou posse do lugar, a sorte que era dela não veio, tudo se pôs a queimar,&lt;br /&gt;a única coisa que chovia, era a dor que ardente doía, no corpo a soluçar.&lt;br /&gt;E ela logo sabia, que aquele era só mais um dia, um dia de cama vazia&lt;br /&gt;Um dia que ele não veio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-3777563589422620519?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/3777563589422620519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=3777563589422620519' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/3777563589422620519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/3777563589422620519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2010/04/relogio-em-vez-de-retrato-na-cabeceira.html' title='relógio em vez de retrato na cabeceira'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-3337740809205888905</id><published>2010-04-04T20:42:00.000-07:00</published><updated>2010-04-04T20:48:14.570-07:00</updated><title type='text'>today this bird flew away</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://releitura.files.wordpress.com/2007/10/passaro.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 450px; height: 297px;" src="http://releitura.files.wordpress.com/2007/10/passaro.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estou deixando para trás. Lavando as escaras com a mesma água em que me banhei incontáveis vezes.&lt;br /&gt;Minhas mãos, outrora ávidas, hoje são semimortas e cicatrizam vagarosamente. Abandonei minhas cansadas justificativas e voei. Larguei mão do quase. Do intangível. Do talvez. E agora meu voo é leve.&lt;br /&gt;Quero sentir, se ainda puder. Mas com meu corpo cansado, meus olhos míopes, meus poros abertos. Quero sentir todo, e sempre. Porém só o tanto que couber em mim, que não é mais tudo. Quero escutar a sinfonia do legato e deixar de vez esses tantos desencontros. E me proíbo de sentir com a imaginação.&lt;br /&gt;Volto se der, na mudança de estação. Quando o verão chegar, pintando o céu de amarelo alegre. Mas volto só para dizer que nunca mais vou ficar.&lt;br /&gt;O tempo já feriu demais meu rosto, já não quero o antigo em mim. Terminei a história. Fechei o livro.&lt;br /&gt;Quebrei o ciclo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-3337740809205888905?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/3337740809205888905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=3337740809205888905' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/3337740809205888905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/3337740809205888905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2010/04/today-this-bird-flew-away.html' title='today this bird flew away'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-5029490537874349307</id><published>2009-06-21T19:21:00.000-07:00</published><updated>2009-06-21T19:40:02.058-07:00</updated><title type='text'>come get me off the merry-go-round</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_J6noZIIFUvs/R7mvVFxferI/AAAAAAAAAPE/aATrPfqzbM4/s320/Montanha-russa.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 313px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_J6noZIIFUvs/R7mvVFxferI/AAAAAAAAAPE/aATrPfqzbM4/s320/Montanha-russa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O melhor momento de uma montanha russa é quando se está no topo. O vento no rosto, o coração batendo a mil por hora, tão forte que cala seus próprios pensamentos. Mãos para o ar, o grito. E não importa se você percorre o mesmo caminho uma, duas, três vezes. É só sentir a inclinação se aproximando que todo seu corpo se prepara para o que há de vir, uma das melhores sensações que se pode sentir: parar de pensar. Sim, porque nesse instante de puro êxtase, você não pensa que está prestes a cair. Pelo contrário, a descida te embriaga. Os segundos são plenos, e naquele momento só existe você e o céu.&lt;br /&gt;Mas me diga: você viveria em uma montanha russa? Você seria capaz de suportar o fato de ter que sentir algo tão forte e emocionante, mesmo sabendo que dali a um passo você despencará? Será que você se acostumaria com o percurso, se privando de sentir o que o cume lhe reserva, olhando por cima dos ombros só esperando cair? Ou ainda pior: você passaria a apreciar mais a queda do que o topo?&lt;br /&gt;Minha vida sempre foi esse sobe-e-desce de emoções. Um dia sente, no outro não sente. Um dia vai, outro dia volta. Por que sentir se vai passar? Por que correr se vai cair? Estarei eu presa em um dia, percorrendo as mesmas curvas sinuosas, e apreciando como se fosse a primeira vez que eu caminhasse? Ainda existe algo a aprender nas descidas? Se existe, por que eu não consigo enxergar?&lt;br /&gt;Meu corpo está cansado de gritar. Minhas mãos doem de ficar tanto tempo levantadas. Mas eu continuo ouvindo a voz sedutora da vertigem, e me jogo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-5029490537874349307?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/5029490537874349307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=5029490537874349307' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/5029490537874349307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/5029490537874349307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2009/06/come-get-me-off-merry-go-round.html' title='come get me off the merry-go-round'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_J6noZIIFUvs/R7mvVFxferI/AAAAAAAAAPE/aATrPfqzbM4/s72-c/Montanha-russa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-5536122255908508025</id><published>2009-05-18T22:18:00.000-07:00</published><updated>2009-05-30T20:29:40.731-07:00</updated><title type='text'>there is an old cliche under your Monet, baby.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DqYN0LxY43g/SUfY2j5igAI/AAAAAAAAAC0/rcwr2UiKnoM/s320/egoismo+2.bmp"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 316px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_DqYN0LxY43g/SUfY2j5igAI/AAAAAAAAAC0/rcwr2UiKnoM/s320/egoismo+2.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não pretendo me demorar em entupir as entrelinhas, se estou te escrevendo é por desespero. Além do mais, eu não tenho o dom de endossar as palavras para soar mais romântico. Sou louco por você mesmo, e você sabe. E eu sei que minha obsessão por te manter só minha tem me custado a nossa relação. Verdade é que eu não consigo entender como você pode não pensar só em mim, pois eu só penso em você o tempo todo. E quando você me diz que não pode ser assim, que existe algo mais em seu mundo além de mim, eu fico perdido, me sentindo um tonto por me dedicar tanto a você.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu sempre fiz questão de estar por perto, nas horas boas ou ruins, e te alertar sobre o falso brilho das estrelas cadentes. Você dizia que eu era possessivo, que te queria só para mim. Olha, não era assim. Podia ser ciúme bobo, mas tudo que eu queria era te proteger de uma dor maior. Eu não agüentaria ver você sofrer, porque eu com certeza sofreria também. Tudo bem, eu confesso que pensei muitas vezes em te prender no meu mundinho, só nós dois debaixo do cobertor. Mas era por amor, querida. Isso é algum crime?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Espero que você se lembre que eu te ajudei a ser forte, te angariei estratégias para superar qualquer obstáculo e conquistar seu futuro. Um futuro brilhante, que nós dois planejamos juntos deitados no sofá da sala. O mesmo sofá em que um dia você sentou, chorando, desiludida. E o que eu te disse? Que nada daquilo importava, porque a gente se bastava. E você sorriu, reconfortada. Não me diga que agora é mentira, porque não é. Você gostava da proteção que eu te dava, e eu gostava de ser seu super-herói. Tudo seria perfeito se você não tivesse tirado nossa fotografia da estante. Você quem começou com essa conversa de se sentir só, eu sinceramente não entendi nada. Eu estava do seu lado o tempo todo, como você poderia se sentir sozinha?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que aconteceu conosco, meu bem? Viramos reflexos de um espelho quebrado. Você quis me partir de você, e ignorou que você também está em mim. Agora fica aí, incompleta, e não consegue mais enxergar seu rosto. Bem feito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu sei que às vezes, à noite, você sente saudade de pensar em mim. Principalmente quando alguém te machuca. Isso porque eu sou a sua vida, e você a minha. Formamos um só destino, infinitamente completo nessa dança de nós dois.&lt;br /&gt;Te amo, volta para mim&lt;br /&gt;Ass: seu ego.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-5536122255908508025?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/5536122255908508025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=5536122255908508025' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/5536122255908508025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/5536122255908508025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2009/05/there-is-old-cliche-under-your-monet.html' title='there is an old cliche under your Monet, baby.'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DqYN0LxY43g/SUfY2j5igAI/AAAAAAAAAC0/rcwr2UiKnoM/s72-c/egoismo+2.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-8816440850406968616</id><published>2009-03-11T20:45:00.000-07:00</published><updated>2009-04-15T07:00:47.018-07:00</updated><title type='text'>pra falar a verdade, às vezes eu minto: tentando ser metade do inteiro que eu sinto.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/SbiI0Nlf9OI/AAAAAAAAAHo/j3Jvrcat-_8/s1600-h/Mentira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312146191065019618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 322px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/SbiI0Nlf9OI/AAAAAAAAAHo/j3Jvrcat-_8/s400/Mentira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando eu era criança e questionava o mundo com curiosidade primaveril, me indagava se talvez o que víssemos não fosse de fato a realidade. Pensava eu que nossa visão tivesse sido programada para pregar algumas peças, como ver uma árvore no lugar de uma pedra. Ou que nosso mundo fosse todo cinza e feio, mas nossos olhos nos apresentassem uma bela paisagem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apesar de minha visão ser endossada pela ingenuidade dos meus poucos anos, hoje eu percebo que não estava de todo errada. Na verdade, eu estava em meu primeiro contato com o significado da mentira. Ora, o que é a mentira, senão uma venda para nossos olhos?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A mentira pode alterar todos os nossos sentidos, de forma que mesmo que se toque ou cheire, não percebemos o que há por trás de seu véu. Sua destreza promete carregar o fardo em nossos ombros. Suas mãos quentes e ásperas escondem nossas lágrimas em algum canto de nossa mente, e sua voz firme nos sussurra: feche os olhos, não aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A partir daí tudo recebe uma estranha e fingida leveza. O céu se abre em falsos tons de azul. Não há como negar que, se pudéssemos, viveríamos ali, naquela verdade inventada, onde os problemas se disfarçam de cachoeiras e a tristeza é apenas uma chuva de verão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No entanto, sempre há quem diga que abomine mentira. “Mentir é errado”, disseram seus pais, que também ouviram o mesmo quando crianças. Os mesmos pais que diziam que um senhor idoso entrava pela chaminé das casas deixando presentes nas madrugadas do dia 25 de dezembro. Os mesmos pais que pediam para dizer que não estavam quando o telefone tocava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Certo e errado sempre foram empurrados como dogmas garganta abaixo, sem margem para contestações. E, apesar disso, mentimos o tempo todo. Mentimos sobre o que sentimos, mentimos para socializar, mentimos para amansar nossa vaidade. De forma a aliviar a nossa consciência, fizemos subdivisões da mentira: se ela nos faz bem, é completamente perdoável. O hedonismo mais uma vez nos oferece sedutoramente a maçã do proibido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não é possível, entretanto, caminhar para sempre de olhos fechados. Em determinado momento, a verdade se projetará como uma pedra no meio do caminho. Então, o céu azul se desmanchará, o cenário paradisíaco desabará e as lágrimas perdidas encontrão seu caminho de volta, limpando os olhos turvos pela embriaguez da falsa beleza.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Prosseguiremos caminhando, agora sujos, machucados, molhados por nosso choro devastador. Mas lúcidos. Expulsos da realidade ilusória do que deveria ser mas não é, conquistando a redenção que não é doce nem bela, porém nos faz gigantes. A verdade é um tapa na cara: dói, mas é a única que nos ensina a bater.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-8816440850406968616?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/8816440850406968616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=8816440850406968616' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/8816440850406968616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/8816440850406968616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2009/03/pra-falar-verdade-as-vezes-eu-minto.html' title='pra falar a verdade, às vezes eu minto: tentando ser metade do inteiro que eu sinto.'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/SbiI0Nlf9OI/AAAAAAAAAHo/j3Jvrcat-_8/s72-c/Mentira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-4943744213587956277</id><published>2009-03-08T16:28:00.000-07:00</published><updated>2009-04-15T07:02:01.941-07:00</updated><title type='text'>todos sempre falam em acreditar, eu sempre pergunto: acreditar em que?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/SbRWas1IRNI/AAAAAAAAAHU/smJG5z5SQVk/s1600-h/palco.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310964877287245010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 305px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/SbRWas1IRNI/AAAAAAAAAHU/smJG5z5SQVk/s400/palco.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não escrevo a dor fingida, embora as palavras fiquem imersas em certa atmosfera poética. Se te atraem, é porque o fim traz consigo a própria dimensão de beleza, muitas vezes incompreensível aos olhos humanos. O que nos encanta não é o cenário ou o diálogo, mas a magnitude do fim. Não importa se trágico ou cômico, feliz ou triste. O fim é belo por existir. Daí os aplausos.&lt;br /&gt;A eternidade pode seduzir nos primeiros capítulos, quando vestida de vermelho e perfumada com o cheiro acre de perigo. Mas com o tempo tudo se amorna, e nossas esperanças são pisadas com pés frios. A ausência de fim entedia e torna monocromática a expectativa.&lt;br /&gt;Apesar disso, muitos desejam que tudo dure para sempre. Acreditam que assim possuirão o momento em mãos, podendo sentir o que tiveram naquela ocasião por indefinidas vezes. E enquanto desperdiçam tempo tentando segura-lo, deixam escapar outros diversos.&lt;br /&gt;É pecado tentar abrir novas portas enquanto as anteriores ainda estão abertas. Cedo ou tarde você terá que retornar para fechá-las. Do contrário, sua existência pode se resumir em um eterno retorno de sensações e perdas, que te trará um medo exagerado de colocar a cabeça para fora da janela e enfrentar a rotina de ilusões. É besteira dizer que todo sofrer ensina: acreditar nisso é justificar nossos atos redundantes.&lt;br /&gt;Eu sou fascinada por finais. Para mim, tudo que acontece deve durar o tempo de um conto, e o fim é o enlace dos momentos vividos. Sua real natureza, no entanto, depende da visão de quem o vive. Talvez por isso as grandes histórias que vivi tenham se passado apenas dentro da minha cabeça, protegidas pela beleza peculiar do fim, enquanto fora dela os fatos jaziam crus.&lt;br /&gt;Se te digo que no fim choveu, é porque choveu. As vezes, apenas dentro de mim. O que me consola é que quando um dia vai embora, outro dia desperta. E com ele a possibilidade de estar pela primeira vez de olhos secos quando receber os aplausos da platéia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-4943744213587956277?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/4943744213587956277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=4943744213587956277' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/4943744213587956277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/4943744213587956277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2009/03/todos-sempre-falam-em-acreditar-eu.html' title='todos sempre falam em acreditar, eu sempre pergunto: acreditar em que?'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/SbRWas1IRNI/AAAAAAAAAHU/smJG5z5SQVk/s72-c/palco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-2071455195124161155</id><published>2008-12-28T10:24:00.000-08:00</published><updated>2009-04-15T07:03:00.254-07:00</updated><title type='text'>eu quero ver você dançar em cima de uma faca molhada de sangue</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/SVfR8Sxz0XI/AAAAAAAAAHE/UXuBy-vjtPM/s1600-h/417180-114-1280.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284923521505677682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 299px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/SVfR8Sxz0XI/AAAAAAAAAHE/UXuBy-vjtPM/s400/417180-114-1280.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Suja. Completamente suja. Só esperando as cortinas se fecharem. Só.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo isso por ter sido extremamente humana. Impossivelmente humana. Por ter exposto a carne ao luxo e ao lixo. Por ter me deixado sangrar, e sentido a dor dos mortais. Dos vis e medíocres mortais. Com seus chapéus de jornal em tempestades hostis. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Procrastinei conversas, desperdicei solstícios, me larguei aos vícios. Me emaranhei em caminhos evasivos, em fugacidades sedutoras, no nada. Fingi a todo tempo ser a protagonista do romance, me permiti dançar. Eu gosto do estrago. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;No último ato, tropecei. Fui fraca: me deixei ter esperanças. Por consequência, abri cada chaga, minuciosamente, sentindo-as uma a uma. Parei diante do meu muro de lamentações, mas não chorei. Era tão triste que até as lágrimas se assustaram. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estou suja, e ninguém pode ver meu rosto. Se ao menos eu pudesse chorar. Minha blusa é branca como a página em que estaria descrito meu futuro. Espero a sétima onda.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É mentira dizer que hoje eu sou mais forte que ontem. Eu só aprendi a varrer os cacos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-2071455195124161155?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/2071455195124161155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=2071455195124161155' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/2071455195124161155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/2071455195124161155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/12/eu-quero-ver-voc-danar-em-cima-de-uma.html' title='eu quero ver você dançar em cima de uma faca molhada de sangue'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/SVfR8Sxz0XI/AAAAAAAAAHE/UXuBy-vjtPM/s72-c/417180-114-1280.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-2125811411519326287</id><published>2008-11-27T19:35:00.000-08:00</published><updated>2009-04-15T07:05:57.985-07:00</updated><title type='text'>ja, es muss sein!</title><content type='html'>&lt;a href="http://i170.photobucket.com/albums/u250/angelblue83/cinema/insustentavel-leveza-do-ser_tomaset.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 311px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i170.photobucket.com/albums/u250/angelblue83/cinema/insustentavel-leveza-do-ser_tomaset.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu sei que você vai estranhar ao ler isso. Mas você já devia imaginar que durante aqueles pesados momentos de palavras vagas existia muito mais a ser dito. Nunca reclamei da sua fugacidade, embora ela despertasse sempre a aflição de um suposto fim irreconhecível. O fato é que depois de um tempo, me acostumei com sua presença, e já aguardava seus passos lentos ansiosa, espiando por cima dos ombros você me surpreender. De vez em quando você me dava uma rasteira, eu tropeçava, enquanto você só sorria e dizia “é para você acordar”. Um dia acordei, e não te vi mais. Espero que não se importe com a desordem dos fatos, ela combina com sua personalidade atemporal e sua blusa cinza. Se eu te escrevesse assim bonitinho, estaria traindo o estado em que está minha mente, então deixei tudo do jeito que sempre foi: bagunçado, jogado, espalhado pela folha. Você sabe que não sou organizada. Na verdade, você sabe demais sobre mim, e não sei mais dizer se isso é bom ou ruim. No início era feliz e medroso, como os cincos segundos para o ano novo: nunca se sabe o que te aguarda após as sete ondas, mas pulamos de alma lavada e com esperança de bons tempos. O vento que passou, no entanto, levou você e deixou meu suspiro. Sumiu com o sol e me deixou na esquina, esperando seu olhar debaixo de chuva e blues. E agora, esse é o final desse filme noir? Ainda aguardo uma reviravolta, você puxar meu braço enquanto eu ando distraída, me falar qualquer coisa sobre nada e me engolir com esses seus olhos de maré alta. Porque você é essencialmente o que escrevo, a definição bruta de sincronicidade. É a fusão do meu preto e branco, quente e frio, céu e inferno. É a insustentável leveza da minha existência. Você sou eu. E depois de fazer tantas coincidências convergirem para um caminho só, aquela rua por onde andamos os dois de mãos dadas ébrios, você não pode me deixar assim. Você me deve uma, acaso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-2125811411519326287?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/2125811411519326287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=2125811411519326287' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/2125811411519326287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/2125811411519326287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/11/ja-es-muss-sein.html' title='ja, es muss sein!'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i170.photobucket.com/albums/u250/angelblue83/cinema/th_insustentavel-leveza-do-ser_tomaset.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-4407457142480478618</id><published>2008-10-21T19:16:00.000-07:00</published><updated>2009-04-15T07:06:25.864-07:00</updated><title type='text'>da incertidumbre das mesmas mãos que as suas.</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.upch.edu.pe/faest/boleinterno/bole00305/eco.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.upch.edu.pe/faest/boleinterno/bole00305/eco.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O se pôr de um porém se desata e gira em um não-ser-será, ciranda louca de finais fecundos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E se me tapa a boca com palavras rasas, me atormenta com seu riso sério, me confunde os passos de desejos tímidos, me deito ao vão entre tormentos tantos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não sou a fera desses olhos ébrios, nem ando junto a mansidão dos pássaros. Tropeço em mim nesses anseios anchos, não disse não temendo a teia tênue, escrevi sim entre paredes pares.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Arrependi,lá tive dó de mim. De pouca fé fez-se do homem barro, de cada si fez-se uma clave sol, segui bemol pela estrada estreita.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Neguei o compasso que esse teto baila, na debandada fiz da mente lixo. Fugi de um eu, perigosa arma, caí no breu da dúvida instaurada,me esvaí em vírgulas no chão de acasos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esse texto é sobre qualquer coisa, ou uma. Esse texto é sobre porra nenhuma. Dormi.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-4407457142480478618?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/4407457142480478618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=4407457142480478618' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/4407457142480478618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/4407457142480478618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/10/da-incertidumbre-das-mesmas-mos-que-as.html' title='da incertidumbre das mesmas mãos que as suas.'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-4214810432249630452</id><published>2008-10-01T09:07:00.000-07:00</published><updated>2009-04-15T07:06:58.617-07:00</updated><title type='text'>supermassive black hole</title><content type='html'>&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Nota:&lt;/span&gt; o sorriso da Monalisa me fascina muito pouco perto do olhar melancólico com que a moça da mesa ao lado fita seu drinque amargo. Aprecio as cenas coadjuvantes, um romance qualquer cuja trilha sonora inclua as explosões da Segunda Guerra Mundial. De fato, não escrevo sobre temas universais. A quem compreender o verdadeiro tema sob esses lençóis de seda: silêncio. E se me afirmarem, desminto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/SOOndQV338I/AAAAAAAAAGY/5HUdwA4d3II/s1600-h/blackhole.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252225711488884674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/SOOndQV338I/AAAAAAAAAGY/5HUdwA4d3II/s400/blackhole.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se beijaram tímidos. Eram desconhecidos enfim, como na primeira vez que ele pôde tocar suas mãos trêmulas. No entanto, os batimentos rápidos eram os mesmos, e gritavam ocultos por dois rostos impassíveis. Rostos que já testemunhavam o movimento dogmático dos ponteiros. Ponteiros que já testemunharam os batimentos rápidos outrora, em rostos exaustos e satisfeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sons do relógio se fundiram aos sons dos dois corações ofegantes em sonata única, como os corpos se fundiam no escuro do quarto. Restavam poucas horas, apesar da imensidão dos segundos. Englobavam carne, suor e mundo, deixando apenas vertigem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um segundo transcendeu a existência. Explosão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo se tornou opaco. Os objetos dançavam valsa e se desfaziam, até que a última coisa que ela pudesse enxergar fosse o olhar sorridente dele. Se ela soubesse o quanto este olhar dilaceraria seu peito toda vez que fosse recordado, teria vivido de olhos fechados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram engolidos por aquele buraco negro. Nele, estavam protegidos do tic-tac nervoso dos ponteiros, sedentos por bombear a realidade mais forte do que aqueles pulsos poderiam suportar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As imagens retornavam lentamente para as vistas embaçadas dela, quando ele disse.&lt;br /&gt;E aquelas poucas palavras saíram trôpegas de sua boca, e flutuaram pelo teto de forma insustentável. Naquele momento, até a respiração dela se calou: o silêncio de quando se tem impossivelmente muito a dizer. O mesmo silêncio que os separava agora de um final feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estavam frente a frente, e se procuravam desesperados naqueles olhares perdidos. Ela, uma resposta. Ele, um desafio. Todas as teorias que ela guardava sobre o universo como um fluxo elipsóide de momentos se desvaneciam naquele adeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ponteiros gritaram por mais uma vez como aquilo era absurdo. Foi quando perceberam que já haviam nadado demais contra a corrente. E escorregaram, derrotados, pelo vazio impiedoso da ampulheta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe palavra mais bonita e triste do que saudade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-4214810432249630452?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/4214810432249630452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=4214810432249630452' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/4214810432249630452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/4214810432249630452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/10/supermassive-black-hole.html' title='supermassive black hole'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/SOOndQV338I/AAAAAAAAAGY/5HUdwA4d3II/s72-c/blackhole.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-5833246773295458304</id><published>2008-06-18T07:14:00.000-07:00</published><updated>2009-04-15T07:07:48.267-07:00</updated><title type='text'>cos baby,after all...you'll never forget my name</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/images/1620_gemini/3165951_ngc5189mr.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/images/1620_gemini/3165951_ngc5189mr.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Caminhando vi o vazio na rua. Um nada com escombros do que pretendia ser. Ocupava o espaço como suspiro em silêncio. Por dias passei por essa rua. Fingi ver, e nada via.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não me lembro do que havia naquele lugar. Não o contemplei em seus dias de vida vã. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quantos algos já deixei de admirar? O que me escapa a essas vistas míopes? Por quantas vezes só enxerguei o vulto da dança, as poças da chuva, o close para o fim? Quantas pessoas deixei para trás, nessas minhas caminhadas de ruas tortuosas, e só vim a perceber quando já estava distante demais para conseguir enxergar?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não quero ser o que um dia foi. Não quero que se lembrem do meu haver quando eu já tiver ido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não quero lágrimas que correm pela vergonha de serem tão distraídas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por isso escrevo. Para que, ao contemplarem o vazio, escutem pelo menos os ecos do que já pensei. Não busco, embora, a pedra filosofal. Apenas temo não ter alterado em nada a órbita dos que passaram por minhas ruas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não existo por existir. Não percorro minha rota assiduamente, sem alterar o nível das marés. As vezes até exagero: quero causar um big-bang. Um dilúvio. Um apocalipse. Quero marcar. Não saio da sua vida à francesa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao soar dos violinos,tudo que existe se resume a pó. Que eu me reste então como poeira estelar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-5833246773295458304?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/5833246773295458304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=5833246773295458304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/5833246773295458304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/5833246773295458304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/06/poeira-estelar.html' title='cos baby,after all...you&apos;ll never forget my name'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-7491949710701033540</id><published>2008-04-20T08:01:00.000-07:00</published><updated>2009-04-15T07:08:16.911-07:00</updated><title type='text'>clocks</title><content type='html'>&lt;a href="http://scope.do.sapo.pt/Pastel/HPIM0435.JPG"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 395px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px; TEXT-ALIGN: center" height="246" alt="" src="http://scope.do.sapo.pt/Pastel/HPIM0435.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que o passado lhe concede, além de tombos e glórias, navega em infinito denso de recordações. Você nunca será tão jovem quanto o retrato em sua parede.&lt;br /&gt;O momento que se desatou sublima entre as palavras ditas. E o que se viu, e o que se sentiu, e o que deixou de acontecer, não retornará para seus braços ansiosos. Se foi para longe, para bem perto de sua mente.&lt;br /&gt;A felicidade de outrora cega as vistas de quem espera a volta. O passado flutua falsamente alegre e deixa cair quem prefere o segurar. Os que tentam carrega-lo, só tornam pesado o fardo em suas costas. Confiar no passado é subestimar a vida.&lt;br /&gt;O agora é uma dádiva, o presente de alcançar algo tangível. A oportunidade de escolher de novo, tentar de novo, começar de novo. Não se mede por régua felicidades novas: cada felicidade acompanha o momento, e é bem-vinda seja quando for. Pense bem. Se tudo que acontecesse, se repetisse infindamente, nada seria especial. Todas as fotografias coloridas se desbotariam, sem emoção. A vida seria em preto e branco.&lt;br /&gt;Para isso essas cores diferentes, esses sabores diferentes, esses sons diferentes. Para isso esse caleidoscópio de opções. É a vida te seduzindo a ir em frente e experimentar. O gozo que seguirá ao instante após será para sempre teu, e ninguém jamais poderá roubar isso de você. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-7491949710701033540?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/7491949710701033540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=7491949710701033540' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/7491949710701033540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/7491949710701033540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/04/clocks.html' title='clocks'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-3377432244275035937</id><published>2008-04-12T18:45:00.000-07:00</published><updated>2009-04-15T07:08:43.107-07:00</updated><title type='text'>monstros debaixo da cama</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_AR6A_DXGihI/SAFnXnaSHbI/AAAAAAAAAA4/muyTN_Yjq2g/s1600-h/The_Thing_Under_the_Bed_by_elf_shojo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5188541901121396146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 467px; CURSOR: hand; HEIGHT: 319px; TEXT-ALIGN: center" height="292" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_AR6A_DXGihI/SAFnXnaSHbI/AAAAAAAAAA4/muyTN_Yjq2g/s400/The_Thing_Under_the_Bed_by_elf_shojo.jpg" width="429" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Todo mundo tem seu monstro debaixo da cama. Quando você começou a se entender por gente, ele com certeza apareceu para você. Estava encolhido em algum canto empoeirado próximo a parede. Era pequeno, mas assustava. Ao vê-lo, você saia correndo pra cama segura e confortável dos seus pais, e lá recebia o sono tranqüilo dos inocentes.&lt;br /&gt;Um pouco mais tarde, depois da primeira decepção no colégio, você viu esse monstro de novo e ele estava maior. Assim como suas primeiras lições de vida.&lt;br /&gt;Seu monstro nunca te deixou. Toda vez que você se deitou para dormir e começou a refletir sobre seu dia, ele estava lá, te esperando. É disso que o monstro debaixo da sua cama se alimenta: pensamentos. Desapontamentos. Tristezas. Incertezas. Indecisões.&lt;br /&gt;E o grande erro dessa historinha idiota, não foi você alimentar seu monstro.&lt;br /&gt;O pior de tudo, é que agora, você nem o percebe.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-3377432244275035937?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/3377432244275035937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=3377432244275035937' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/3377432244275035937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/3377432244275035937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/04/monstros-debaixo-da-cama.html' title='monstros debaixo da cama'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_AR6A_DXGihI/SAFnXnaSHbI/AAAAAAAAAA4/muyTN_Yjq2g/s72-c/The_Thing_Under_the_Bed_by_elf_shojo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-1918310721610777633</id><published>2008-04-06T08:15:00.000-07:00</published><updated>2009-04-15T07:09:23.933-07:00</updated><title type='text'>dia blues</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_AR6A_DXGihI/R_jqgoHWTFI/AAAAAAAAAAw/lJyDrU_zE-4/s1600-h/espera.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5186152817162079314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_AR6A_DXGihI/R_jqgoHWTFI/AAAAAAAAAAw/lJyDrU_zE-4/s400/espera.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O grande problema das comédias românticas é que, não importa o que aconteça, a gente sempre espera um final feliz.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-1918310721610777633?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/1918310721610777633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=1918310721610777633' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/1918310721610777633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/1918310721610777633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/04/dia-blues.html' title='dia blues'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_AR6A_DXGihI/R_jqgoHWTFI/AAAAAAAAAAw/lJyDrU_zE-4/s72-c/espera.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-1814942557387383449</id><published>2008-03-21T09:48:00.000-07:00</published><updated>2008-03-21T10:22:53.615-07:00</updated><title type='text'>should I stay or should I go?</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_AR6A_DXGihI/R-Prx4HWTEI/AAAAAAAAAAo/OkVKgbxvQnA/s1600-h/essa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180243238515526722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_AR6A_DXGihI/R-Prx4HWTEI/AAAAAAAAAAo/OkVKgbxvQnA/s400/essa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu poderia escolher, sem piscar, a segurança monótona ao topo do Everest. Testo limites a cada nova turbulência do meu mar de (des)oportunidades, e minhas parcas escolhas só me trouxeram dores, embora mestras.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A verdade é que, das mil e uma regras que nos ensinam, com exceção da "não mexa nas tomadas", poucas possuem utilidade prática. Ao chegar da tempestade, tudo que você terá em mãos será um barco de papel e um guarda-chuva de pontas quebradas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ninguém te ensina a hora de dizer não. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não há alertas de quando já é demais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como saber se já alcançamos o limite?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se os antigos navegantes pensassem em limites, haveria monstros em nossos mapas. Mas e se existissem?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E se ao avançar corajosamente um passo além do que deveria, você descobrisse que tudo que te espera é o vão?E se a Terra na verdade fosse um plano finito?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Valeria a pena ter arriscado?Mesmo se você se estrepando pelo chão duro e frio da realidade? Minha alma seria menor, por não achar que valeria a pena?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você seria covarde por preferir ficar a salvo atrás da porta, mesmo se depois dela esperasse impaciente a felicidade eterna?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Qual é a regra, então? Nunca tentar?Sempre arriscar? Aguardar uma resposta cósmica?Um sinal metafísico do Universo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se todos te falarem que é burrice...Se Galileu acreditasse em todos?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu gostaria muito de poder navegar em águas calmas por pelo menos uma vez.Mas penso que aprecio o risco tortuoso dos raios no céu. Que não perguntam o que devem ou não atingir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-1814942557387383449?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/1814942557387383449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=1814942557387383449' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/1814942557387383449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/1814942557387383449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/03/should-i-stay-or-should-i-go.html' title='should I stay or should I go?'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_AR6A_DXGihI/R-Prx4HWTEI/AAAAAAAAAAo/OkVKgbxvQnA/s72-c/essa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-2459322493634793603</id><published>2008-02-19T12:06:00.000-08:00</published><updated>2009-05-18T22:44:53.696-07:00</updated><title type='text'>o homem, Nietzsche e a chuva</title><content type='html'>&lt;a href="http://tue-tue.typepad.com/photos/uncategorized/chuva.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://tue-tue.typepad.com/photos/uncategorized/chuva.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um exemplo de que a vida é, por muitas vezes, poética.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não era domingo&lt;br /&gt;Para aquele homem&lt;br /&gt;E o cachimbo.&lt;br /&gt;Carregava um livro&lt;br /&gt;Aquele homem e seu cachimbo.&lt;br /&gt;Para além do bem e do mal&lt;br /&gt;Era somente&lt;br /&gt;Nietzsche, a noite&lt;br /&gt;O homem e o cachimbo&lt;br /&gt;Choveu enfim.&lt;br /&gt;E era somente&lt;br /&gt;A chuva e um menino.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-2459322493634793603?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/2459322493634793603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=2459322493634793603' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/2459322493634793603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/2459322493634793603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/02/o-homem-nietzsche-e-chuva.html' title='o homem, Nietzsche e a chuva'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-8374317002761208210</id><published>2008-02-18T19:57:00.000-08:00</published><updated>2009-05-18T22:43:25.800-07:00</updated><title type='text'>meu espaço amostral infinito</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_AR6A_DXGihI/R7pbka2ehjI/AAAAAAAAAAg/NHIK03gQBjA/s1600-h/oliviablog2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168544203602298418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_AR6A_DXGihI/R7pbka2ehjI/AAAAAAAAAAg/NHIK03gQBjA/s400/oliviablog2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que essa xícara de café me diz, ignorando as intervenções de Saturno,não é segredo:cansaço. E eu já não sei se foi no terceiro ou quarto gole, ou em que encruzilhada do caminho eu me despedi de mim.&lt;br /&gt;A necessidade de agora chegou êxtase,lenta e sorrateira. Deslizava entre a nebulosidade que fugia da minha xícara. Ainda existo enfim, embora como visita longínqua.&lt;br /&gt;Ser exato é correto e sucinto. Paixões, apesar de sucintas,nem sempre são corretas. São inexatas, mas eu as amo.&lt;br /&gt;Existe algum elo ao qual posso me atar?Alguma forma de juntar esses dois inteiros no meu mesmo pequeno espaço, compartilhado com essa xícara de café?&lt;br /&gt;Sou ambígua e assim prefiro. Ainda não compreendi ter de viver na mesquinhez de solitárias escolhas. Quero escorregar na linha-tênue-entre-razão-e-emoção. Sempre apreciei a vertigem.&lt;br /&gt;Quase-ser é dizer que algo me falta. E apesar de "quase" ser rima rica com "fase", quase-ser é minha pobreza. Meu dogma.&lt;br /&gt;Porém a visita longínqua, a necessidade fugaz, se desfez mórbida junto ao vapor que saía da xícara. O café esfriou.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-8374317002761208210?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/8374317002761208210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=8374317002761208210' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/8374317002761208210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/8374317002761208210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/02/meu-espao-amostral-infinito.html' title='meu espaço amostral infinito'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_AR6A_DXGihI/R7pbka2ehjI/AAAAAAAAAAg/NHIK03gQBjA/s72-c/oliviablog2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-3653450628640161007</id><published>2008-02-18T19:25:00.000-08:00</published><updated>2009-05-18T22:42:52.383-07:00</updated><title type='text'>desenterrando</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.academia.org.br/abl/media/jose_de_alencar.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 234px; TEXT-ALIGN: center" height="399" alt="" src="http://www.academia.org.br/abl/media/jose_de_alencar.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Essa foi a primeira resenha que eu fiz na escola. Até hoje não sei o que significa isso direito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nas coxias: as sete quedas de Aurélia&lt;br /&gt;Olívia Barbosa Ferraz de Andrade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percorrendo as letras de Senhora como leitora assídua,não mais passageira,enveredei-me em divagações costumeiras. Em uma delas, ousei despir a obra de seu manto incorpóreo e de particularidades filhas das tentações de Alencar,próprias dos artistas que,diante de suas obras,apagam ou avivam algumas pinceladas. Prossegui minha leitura sobre essa ótica simplista mas,no mínimo, interessante. Ao final,pasmada, perguntei: o que restou de Aurélia, senão réplica fiel de nossas almas?Apresento-lhes então a grande comédia da vida, na qual todos nós desempenhamos nossos papéis com espetacular perícia.Nela sofremos o que decidi chamar de “as sete quedas”.&lt;br /&gt;Como todo e qualquer ser humano, Aurélia nasceu boa de espírito. Esta qualidade,porém,se desgastou gradativamente com os atritos das primeiras repressões e foi destituída de toda forma com as primeiras quedas sofridas. A primeira queda é,apenas,o ensaio para outras subseqüentes. A de Aurélia, e a cito como quem cita você leitor ou qualquer outro conhecido,ocorreu pelo que muitos aclamaram e poetizaram: o amor.&lt;br /&gt;Aurélia amou Seixas. E,o amando, entregou-se completamente, se expondo a todas as conseqüências de sua redenção. Alcançando o apogeu do dito ato sublime, deparou-se com as armadilhas byronistas e, numa delas, sofreu sua segunda e consecutiva queda: a traição.&lt;br /&gt;Nesse ato, sob doloridas verdades, poucos prosseguem esperançosos. Outros criam uma autodefesa, abandonando o foco natural, o coração, para concentrar-se no cérebro, onde residem as faculdades especulativas do homem.&lt;br /&gt;É completamente inadmissível ao homem expor sua vertigem ao público. As forças que o restam servem para arquitetar seu plano para erigi-lo novamente, recuperando seu prestígio ante a sociedade. A sua terceira queda é conseqüência de uma sórdida vaidade, alimento para o ego. E, junto a ela, projeta-se sua quarta queda,também constituinte do seu plano de recuperação da aparência: a vingança.&lt;br /&gt;A vingança é o desejo extremo de se sobrepor. Passa a existir a necessidade de ver o outro prejudicado, omisso. Destila-se sarcasmo nas entrelinhas, busca-se subalternizar e aniquilar o outro ser. O placebo que ao mesmo tempo em que alivia, sufoca.&lt;br /&gt;A quinta queda precede ao raciocínio calculista: a mentira. Completa-se então o plano perfeito para mascarar qualquer subsídio de fraqueza. A mentira manipula,disfarça,encobre e reforça todos os outros elementos. Faz o pobre passar-se por rico. O infeliz acreditar ser feliz.&lt;br /&gt;O objetivo principal de tal estratégia é evitar novas derrotas. Tudo passa a ser um grande jogo e ninguém quer perder. Não nos ensinam a aceitar o prazer da competição. Ninguém se lembra dos que quase conseguiram. Ao chegar nesse ponto da trama, o indivíduo acredita ser imune a tudo, imbatível. Desdenha dos inimigos.&lt;br /&gt;Porém a maior de todas as guerras está por vir: a guerra contra si mesmo, contenda criada pela própria consciência. O indivíduo toma conhecimento de quão atroz foram seus atos e se sente usado por seus íntimos sentimentos. Funde-se causa e vítima. Seus desejos, agora vis, tornam-se fardos que novamente o força a descer do topo e o esmaga sob a dura realidade.&lt;br /&gt;Nos últimos atos dessa magnífica peça alguns pedem perdão e se libertam: heróis. Uns preferem deixar aflorar o orgulho e rancor, mergulhando em uma inexaurível queda livre: humanos.&lt;br /&gt;A vida possui, porém, algumas diferenças do espetáculo de Aurélia. Nem sempre ela participa de axiomas. Não compartilha finais felizes e eternos. Mas apreciemos José com sua corja de primatas amestrados. Não lhes parece familiar?&lt;br /&gt;“Sejamos desgraçados, mas não ridículos. Tudo, menos dar minha vida em espetáculo a este mundo escarninho”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-3653450628640161007?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/3653450628640161007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=3653450628640161007' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/3653450628640161007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/3653450628640161007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/02/desenterrando.html' title='desenterrando'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-4359035744622266038</id><published>2008-02-18T11:27:00.000-08:00</published><updated>2009-05-18T22:42:19.795-07:00</updated><title type='text'>liberdade, liberdade</title><content type='html'>&lt;a href="http://web.tiscali.it/kribo/Trekking/Porta.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://web.tiscali.it/kribo/Trekking/Porta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sou um corredor de portas abertas. Você tem todo o direito de entrar. E todo o direito de sair. Todavia, eu continuo morando em mim.O vai-e-vêm dos transeuntes não me causa sensação definida. Assim como as ondas do mar me tranquilizam, me causam náuseas. Em determinado momento, cansei de sentir saudade. Um erro lamentável, não minto: às vezes eu fecho a porta e ninguém entra.Tudo que sobe, desce. Tudo que vai, volta? Não existem leis para chegadas e saídas. Existe um direito: ir e vir, e a pesarosa liberdade que a América representa.Não sei se me sinto muito melhor do lado de fora de minhas portas. De certa forma, penso que sentiria uma solidão infinda, em proporções populacionais. É um pecado, mas tem dias que eu acordo, e me simpatizo com a ditadura: só pra ter alguém a ouvir. Lógico, é mais uma idéia desconexa matinal, que logo passa depois do café.É paradoxal, eu sei. Receio a liberdade, e a ofereço gratuitamente por minhas portas. Eu não disse que faria sentido. Tenho mil justificativas para explicar minhas atitudes incoerentes. Dica: se são justificativas, não merecem ouvidos.Não temo minhas visitas. Eu tenho medo é de errar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(de uma conversa entre amigas)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-4359035744622266038?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/4359035744622266038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=4359035744622266038' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/4359035744622266038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/4359035744622266038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/02/liberdade-liberdade.html' title='liberdade, liberdade'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2111056974634322444.post-3213587690358344812</id><published>2008-02-18T10:49:00.001-08:00</published><updated>2009-05-18T22:41:52.294-07:00</updated><title type='text'>primeiras impressões</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_AR6A_DXGihI/R7nUVa2ehgI/AAAAAAAAAAM/Zs035hExUpo/s1600-h/seiva+da+vida.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168395511834510850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_AR6A_DXGihI/R7nUVa2ehgI/AAAAAAAAAAM/Zs035hExUpo/s400/seiva+da+vida.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“É que às vezes eu escrevo”. Não foi bem um desabafo, minhas mãos não suaram e nem senti meus ossos doerem. Era mais acanhado, meia confissão-meia vergonha. Não apliquei nenhum julgamento ao ato. Qualquer opinião pessoal destruiria qualquer possibilidade de diálogo, eu estava no meu limite de timidez.&lt;br /&gt;Começou cedo, sob a forma de vontade. Sempre tive mais intimidade com o lápis do que com meus primeiros passos (convenhamos habilidades físicas nunca foram lá minhas virtudes). Foi uma poesia infantil, saída de um reino imaginário ou de qualquer outra terra mágica descrita em livros de psicologia moderna. A vontade se tornou constante, passou a necessidade, chegou a ebulição. Depois foi se acalmando, visitando quinzenalmente, mensalmente, igual amor antigo.&lt;br /&gt;Não é pecado, não é proibido, não é feio. Mas de certa forma, escrever sou eu. Me sinto nua em minhas palavras, por isso o medo. Por isso me cubro com todas as expressões que posso, tentando esconder minhas vergonhas com vírgulas e parágrafos. Tudo que escrevo, eu vivi, pensei, falei, amei. No entanto me tornei tão egoísta que não permito a quem lê compartilhar isso comigo. Não sei definir se isso é bom ou ruim. Talvez seja horrível. Aprecio a mutabilidade das coisas, enfim. Mas me despir assim, de vez, foge aos meus princípios literários. Se pudesse resumir tudo isso, diria: entenda como quiser. E fim de conversa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2111056974634322444-3213587690358344812?l=oliviandrade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oliviandrade.blogspot.com/feeds/3213587690358344812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2111056974634322444&amp;postID=3213587690358344812' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/3213587690358344812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2111056974634322444/posts/default/3213587690358344812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oliviandrade.blogspot.com/2008/02/primeiras-impresses.html' title='primeiras impressões'/><author><name>Olívia Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12367596134295478294</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_AR6A_DXGihI/TU41AWBkuoI/AAAAAAAAANU/iLUeXaB9cCs/s220/OgAAABTKPGobbxvvRW4Gm9Pr4wBn3264bP7onJAERF-i4C0KJky-ACzqQMqH9maaOkkKYlafVLGExxbU73s9kyXW1EwAm1T1UHYZVuoqWXUQ5SRpAQ_vdECDES7G.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_AR6A_DXGihI/R7nUVa2ehgI/AAAAAAAAAAM/Zs035hExUpo/s72-c/seiva+da+vida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
